Precisando transportar um óbito de Guarulhos para outro estado de avião? Cuidamos de toda documentação além das taxas de aeroporto

Como e feito?

Basta um telefonema na nossa central de atendimento, que iremos mandar um agente ate o local para acertar todos os detalhes do transporte aéreo.

Temos toda documentação necessária para a execução do traslado aéreo, além de contrato com as principais companhias aéreas do Brasil

  • Urna inclusa
  • Embalsamamento.
  • Taxas de aeroporto.
  • Retirada em hospital ou Iml.
  • Desembarque no destino.

Observações

E Preciso sempre verificar se o falecido (a) possui documentos com impressão digital.Verificar se o destino do óbito excede ha mais de 300 km do aeroporto de destino (nesse caso o traslado terrestre e o mais recomendado) Nem sempre o traslado aéreo de corpo e o mais rápido, existe um tempo de preparo do corpo (embalsamamento), o tempo da companhia aérea em confirmar o voo, alem de ter lugares que so tem um voo diário. Ao ligar em nossa central, verifique junto ao atendente qual a melhor forma de transporte.

O Transporte aéreo de corpo

Mas o transporte aéreo dos restos mortais é feito de uma forma muito específica, de acordo com normas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e depende de para onde os restos mortais estão indo e quanto tempo transcorrerá entre a morte e o enterro (chamado também 'inumação'). A ideia é que quanto mais os restos mortais tiverem que viajar (tempo + distância) mais o corpo se decomporá e, consequentemente, maior será a possibilidade de criar algum problema para os vivos, desde mau cheiro até passar a colocar em risco a saúde.

Em casos de transporte intermunicipal e interestadual, se o tempo entre a morte e o sepultamento ficar entre 24 e 48 horas (entre 1 e 2 dias), o cadáver precisa ser formolizado (método de conservação de restos mortais com o objetivo de promover sua conservação de forma temporária) e transportado em uma urna funerária impermeável chamada ‘Tipo II’, que é aquela caixa externa de madeira com espessura mínima de 3 cm e forrada internamente com folhas de zinco soldadas. Essa regra também é aplicada em casos de transporte internacional que fique na mesma janela de tempo.

Se o tempo entre morte e sepultamento for superior a 48 horas, as regras mudam e os restos mortais precisam ser embalsamados (método de conservação de restos mortais com o objetivo de promover sua conservação total e permanente, e não apenas temporária) e a urna ‘Tipo II’ precisa ser não só impermeável e fechada hermeticamente, como também lacrada. Essa regra é também aplicada para o transporte internacional dos restos mortais de alguém.

Mas existem mais duas regras importantes: primeiro, o caixão deve conter detalhes como nome, a idade e o sexo da pessoa falecida; a origem e destino final dos restos mortais humanos e a orientação quanto aos cuidados em seu manuseio. A ideia aqui é não só evitar o extravio (sim, se as empresas aéreas perdem bagagem, também perdem caixão), mas também que os restos mortais de uma pessoa sejam enterrados pela família errada. Isso porque é possível que o avião (ou navio) esteja transportando mais de um caixão.

Segundo, a urna funerária deve conter não só os restos mortais da pessoa, mas também amostra de cada substância utilizada no procedimento de conservação, acondicionada em frasco impermeável e lacrado. Isso é para caso seja necessário investigar se os restos mortais foram devidamente preparados